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STF adiou mais uma vez a decisão

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agosto 23, 2017 by Monica

Esperamos o voto pela Saúde!

Aditivos


ODS 3 – A saúde em foco

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julho 17, 2017 by Victoria Rabetim

Nova York – Nesta semana em que acontece o Foro Político de Alto Nível sobre o desenvolvimento sustentável, em Nova Iorque, estão sendo realizadas sessões de discussão e revisão dos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) que foram priorizados neste encontro, a saber: ODS 1, 2, 3, 5, 9, 14 e 17.

No dia 12 de julho foi realizada a revisão de implementação do ODS 3, que visa assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todas e todos, em todas as idades. Diversos países se manifestaram destacando o que vêm sendo feito, mas principalmente apontando o que ainda precisa ser alcançado.

A saúde enquanto conceito amplo está ligada a diversos outros objetivos de desenvolvimento sustentável, sendo considerado um tema central e transversal na Agenda 2030. É importante compreender a interrelação e interdependência dos ODS, uma vez que o propósito é avançar em todas as áreas, sem deixar ninguém para trás.

Indicadores como mortalidade materna e infantil, HIV e malária apresentaram redução nos últimos anos, mas disparidades permanecem e em alguns países as taxas ainda são elevadas. Saúde com equidade é ainda um desafio a ser enfrentado por meio de múltiplos e constantes esforços.

O acesso à sistemas universais de saúde pela população deve ser uma prioridade para os países. O alto custo de medicamentos ou serviços de saúde inviabilizam que todos possam se beneficiar dos avanços alcançados no setor. Determinantes sociais e comerciais impactam na saúde mundial e precisam ser discutidos.

A prevenção e controle das doenças crônicas não transmissíveis, doenças que mais matam atualmente, como as doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e doenças respiratórias crônicas, deve ser intensificada globalmente. Políticas efetivas precisam ser implementadas para que se reduza seu impacto na saúde pública.

A cooperação multisetorial, em âmbito nacional e internacional, é considerada fundamental mas também um desafio uma vez que requer um intenso trabalho de articulação e monitoramento. A perspectiva de gênero vem sendo incluída em todos os debates e muito ainda se tem a avançar em relação a temas como saúde reprodutiva e sexual, violência contra mulheres e empoderamento de jovens.

Todos estes pontos remetem a questões estruturais que devem ser o foco das discussões quando se fala em alcançar um desenvolvimento sustentável para todos e todas. Implicam em reflexões sobre o modo como nos relacionamos, consumimos e lidamos com a saúde. Mudanças como estas exigirão investimento adequado e compromisso global.

Aqui se espera que este compromisso seja reafirmado explicitamente pelos países através de uma declaração conjunta ao final do evento, e mais do que isso, que todos os debates realizados e declarações de intenções sejam norteadores de ações efetivas na implementação dos ODS. Nesta reunião de revisão do ODS3, o Brasil infelizmente não se pronunciou. Como mostrou o Relatório Luz do GTSC para Agenda 2030[1], vivemos um período de enormes desafios e é urgente que esta agenda seja priorizada no país.

[1] http://bit.ly/Síntese2030

 

Por Monica Andreis


Cigarros com sabores #SaborQueMata

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junho 5, 2017 by Monica

Conheça a história de Verónica Hughes, médica e filha do escritor Eduardo Galeano, que começou a fumar cigarros mentolados quando era adolescente.
Infelizmente, ela faleceu em fevereiro deste ano, devido um câncer de pulmão provocado pelo tabagismo.

Veronica nos deixou este ultimo depoimento em vídeo. Queria alertar as pessoas sobre o tabagismo e no vídeo conta como iniciou a fumar com cigarros saborizados.
Sabores em cigarros aumentam sua atratividade e facilitam a iniciação por jovens.

Vejam o video e apóiem a campanha para que o STF decida em favor da saúde, assinando a petição online:
http://saborquemata.org


CURSO DE ADVOCACY E POLÍTICAS PÚBLICAS

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abril 20, 2017 by Monica

Participe!
O curso ministrado pela ACT é focado em discutir o que é advocacy e como a sociedade civil pode contribuir para a formulação e execução de políticas que visem o interesse coletivo.
O advocacy interessa diretamente às organizações do Terceiro Setor e aos pesquisadores que objetivam provocar mudanças na sociedade a partir de políticas públicas nas áreas da saúde, meio ambiente, direitos humanos, infância e adolescência, educação, direito do consumidor, trabalho, entre outras.
O treinamento tem o objetivo de capacitar profissionais para a prática do advocacy com base em experiências nacionais e internacionais de êxito em diferentes áreas, com o uso de material multimídia, exercícios em grupo e troca de experiências.

Data: 01/06/2017
Local: Auditório Engº João Francisco Zeppelini – São Paulo
Para mais informações acesse: http://www.dialogosocial.com.br/advocacy-s351-1.html


Controle do Tabaco e Desenvolvimento

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março 3, 2017 by Monica

Um estudo denominado A Economia do Tabaco e Controle do Tabaco, do Instituto Nacional do Câncer do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, em colaboração com a Organização Mundial de Saúde, analisou diversos aspectos relacionados ao custo do tabagismo e impacto no desenvolvimento.

As doenças causadas pelo tabagismo representam US$ 422 bilhões em gastos em saúde anualmente, representando quase 6% dos gastos globais com saúde. Fumar causa perto de 6 milhões de mortes por ano – mais do que as mortes por HIV/Aids, tuberculose e malária combinados. E o custo econômico total do tabagismo ​após a inclusão das perdas de produtividade por morte e invalidez é de mais de US$ 1,4 trilhão por ano – equivalente em magnitude a 1,8% do PIB anual mundial.

Globalmente, a carga de saúde pública e econômica do tabaco é cada vez mais suportada pelos países de baixa e média renda, e não pelos de alta renda. Nos países ​de ​baixos e médios​ ingressos econômicos​, o fardo é mais difícil para as populações pobres e vulneráveis ​​que menos podem pagar ​pelos cuidados​ à saúde​. Embora o uso do tabaco tenha diminuído na maioria dos países de alta renda, tem ​permanecido​ estável ou​ mesmo​ aumentado em muitos países de baixa e média renda.

Atualmente, mais de 80% das mortes globais por câncer, diabetes, coração e doença pulmonar ocorrem em países de baixa e média renda, e essa disparidade provavelmente crescerá com base nos atuais padrões de uso do tabaco. Além disso, lidar com doenças relacionadas ao tabaco retira atenção e recursos de outras prioridades de saúde urgentes, limitando a capacidade de responder a doenças epidêmicas, construir sistemas de saúde sustentáveis e fornecer às pessoas serviços básicos de saúde. Uma comunidade que reduz seu consumo de tabaco é mais saudável e mais próspera.

A Agenda de Ação de Addis Abeba sobre o Financiamento para o Desenvolvimento reconhece que “as medidas fiscais e sobre os preços do tabaco podem ser um meio eficaz e importante para reduzir o consumo de tabaco e os custos dos cuidados de saúde e representar um fluxo de receitas para o desenvolvimento em muitos países”. A implementação da Convenção Quadro para o Controle do Tabaco é uma das metas do Objetivo Três do Desenvolvimento Sustentável: promover a vida saudável e o bem-estar de todas as pessoas de todas as idades. A economia do controle do tabaco afeta nossas vidas diárias, nossas comunidades e nossas economias. O controle do tabagismo faz sentido não só do ponto de vista econômico e de saúde pública, mas também ​sob uma perspectiva de desenvolvimento sustentável.

Fontes:
https://blogs.worldbank.org/health/tobacco-control-saving-lives-and-driving-development
https://cancercontrol.cancer.gov/brp/tcrb/monographs/21/index.html


3° Curso a Distância em tabagismo

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janeiro 31, 2017 by Monica

EAD


1,1 bilhão de fumantes no mundo

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janeiro 19, 2017 by Monica

Você está entre eles? Ou não faz parte desta estatística?
Segundo o novo relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde, 4 entre 5 fumantes vive em países de baixa ou média renda. O uso do tabaco está mais concentrado em populações mais vulneráveis.
Ocorrem hoje 6 milhões de mortes ao ano no mundo relacionadas ao tabagismo, e este número deve subir para 8 milhões em 2030.

Enquanto todo o impacto fica com a sociedade, famílias e os próprios fumantes, a fabricante britânica de cigarros British American Tobacco (BAT), que controla a Souza Cruz, anunciou que vai comprar o controle da rival norte-americana Reynolds American por uma bagatela de cerca de US$ 50 bilhões, com o objetivo de se tornar líder nos EUA e no mercado de cigarros eletrônicos. Continuam lucrando a rodo.

Fontes:
Acesso ao relatório: http://www.who.int/tobacco/publications/economics/nci-monograph-series-21/en/
Notícia: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/01/1850478-dona-da-souza-cruz-compra-fabricante-do-cigarro-camel-por-us-494-bi.shtml?cmpid=compfb


Fim de Ano

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dezembro 22, 2016 by Monica

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Observatório de Oncologia

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dezembro 15, 2016 by Monica

Apresentamos aqui o Observatório de Oncologia, que é uma iniciativa do Movimento Todos Juntos Contra o Câncer (TJCC), liderado pela Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (ABRALE).

O Observatório de Oncologia é uma plataforma online e dinâmica de monitoramento de dados abertos e compartilhamento de informações relevantes da área de oncologia do Brasil.

Lá você encontra estudos interessantes sobre o panorama do Câncer no Brasil.

Conheça e entenda um pouco mais sobre a extensão deste problema em nosso país:
http://observatoriodeoncologia.com.br/


#AprovaSTF

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novembro 21, 2016 by Monica

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A ACT Promoção da Saúde está lançando uma campanha em redes sociais para chamar a atenção da sociedade para o julgamento da proibição dos aditivos de sabores nos cigarros. O julgamento no Supremo Tribunal Federal está agendado para o próximo dia 30, depois da questão ficar mais de três anos parada.

A campanha, chamada #AprovaSTF, tem vídeos com depoimentos de jovens que dizem como começaram a fumar influenciados pelos cigarros com sabores, e peças que fazem a analogia entre cigarro, sorvete e balas, mostrando que tabaco não é um doce. A campanha também pede que as pessoas gravem depoimentos e mandem para a ACT.

Além de aumentar a atratividade do produto, estes sabores e aromas mascaram o gosto ruim do tabaco e acabam por facilitar a iniciação por parte de jovens. Pesquisas apontam que 90% dos fumantes começam a fumar antes dos 18 anos (OMS), e que cerca de 55% dos jovens entre 13 e 15 anos preferem cigarros com sabor (Cetab/Fiocruz).

Os aditivos em cigarros deveriam estar proibidos há três anos no Brasil, segundo a resolução RDC 14/2012, da Agência Nacional de Vigilância publicada em 2013 após uma série de audiências públicas e estudos sobre o tema. Entretanto, a resolução não chegou a entrar em vigor por causa de uma ação da Confederação Nacional da Indústria, no STF.